A cozinha brasileira passa por um processo de democratização. Essa constatação é muito promissora, afinal, a gastronomia acompanha a evolução de cada sociedade. Quanto maior o nível cultural econômico e social de um povo, melhor sua culinária.

A melhoria e desenvolvimento dos serviços em gastronomia se tornaram indispensáveis. O cenário estava estagnado, restaurantes com cardápios monótonos. As receitas estrangeiras eram mal adaptadas, passavam longe das saborosas criações européias. Essa revolução não foi apenas na comida e na apresentação dos pratos, foi também mercadológica. O consumidor brasileiro está mais exigente, com paladar mais apurado. Degustam iguarias que antes eram inacessíveis ou desconhecidas. Usufrui com prazer dessa multiplicidade de sabores e texturas.

A comida típica brasileira é original, expressiva, saborosa, variada e colorida. Uma culinária com raízes fincadas no tempo da colonização, quando os portugueses trouxeram seus produtos, seus hábitos alimentares, suas crenças, seus costumes, danças, que se misturaram a cultura indígena e africana.

Os chefs de cozinha brasileiros devem despertar o mercado nacional para as delícias típicas de nossa terra. Só assim vamos solidificar e difundir a gastronomia do Brasil para os brasileiros, formando assim uma verdadeira identidade gastronômica verde e amarela. Para isso, o chef de cozinha deve estudar muito. A aplicabilidade do da pesquisa dos sabores de nossa terra contribui para o crescimento e aprimoramento da gastronomia brasileira.

Sou professora de Cozinha Brasileira do SENAC Rio e apresento todos os dias os sedutores sabores da nossa culinária para os futuros profissionais com muita paixão. Alunos hoje, chefs de cozinha amanhã que saberão identificar e aplicar os ingredientes e técnicas típicas do nosso país.

Amém!

 

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